Casamento

Bom dia meus queridos! Ontem eu martelando com meu BFF, Cheguei a uma conclusão, Devido a tantas desilusões amorosas. Devido a tantos apegos ilusório, vi os casamentos de hoje em dia como contratos, em que ambas as partes, se gostavam mas pela obrigatoriedade da vida, filhos e etc, foram forçados a assumir um posto diante da sociedade. O que lasca muitas vezes o casamento, é a rotina cansativa, estresses do trabalho e financeiro, e principalmente: Filho. Sim, filho é muito bom, mas quando não se tem uma estrutura financeira e emocional, o estresse reina. Tem que haver cumplicidade de ambas as partes. Normalmente, na maioria dos casos, o homem foge desse ambiente, criando assim mais outros obstáculos. Passam mais tempo fora, começa a se interessar por outras mulheres, e esquece a mulher, que faz tudo por ele em casa. Você deve tá se perguntando: O que raio essa menina tá querendo dizer com toda essas abobrinhas? A questão é: Se casamento é apenas um contrato, e que muitas vezes acaba. Porque não escolher uma pessoa que por mais todos os defeitos delas, vocês ainda se aturam? Por que não escolher aquele amigo ou amiga, BFF de longa data? Se vão dividir alegrias e tristezas, que seja com alguém que você conheça. “Nossa como você é racional.” A questão é, muitos casamentos se acabam cedo por não ter base. Uma pessoa no auge da paixão (que é um sentimento temporário) é capaz de casar da noite pro dia. E são essas impulsividades que resultam em muitos divórcios. Outras vezes, é a falta de tato de ambos em concordar em algo. Por isso base é tudo. Casamento é coisa séria, mas hoje muitos só veem como status. Vejo muito casamento por aparências, do mesmo jeito que vejo casamentos que deram certo e respeito reina. Mas esses, a amizade e a cumplicidade andam juntos. Então volto a repetir, é bom escolher com a razão quem você vai querer dividir suas alegrias e tristezas. Muita vezes somos escravos do coração e isso não nos leva a boas decisões. Equilíbrio é essencial. E o segredo é dar boas risadas, não deixar o estresse e a rotina se instalar,

Ele



Ela era o caos em pessoa. Muitas vezes calma e do nada explodia como um vulcão em erupção. Ela pintava sua vida de acordo com seu humor. Uma bipolaridade notória, mas que ao mesmo tempo era engraçada. Ele adorava chateá-la com brincadeiras só para ver, sua cara fofa de raiva. Ele a amava, mas era tarde demais. Ele havia aprontado demais. Havia se ausentando demais também. Ele sabia, sabia que o coração dela, nunca mais seria dele. Ou pior nunca mais seria de ninguém. Ele sabia o quanto ela estava ferida, e o quanto ela já havia se machucado. A culpa era notória nos olhos dele. Ela apenas o ignorava e assim seguia. Ele tentou beija-lá. Mas ela foi dura e fria com ele. Pediu para não misturar as coisas. Ele abaixou a cabeça envergonhado. E saiu chateado. Ele sabia que ela nunca seria a mesma com ele. E que ela nunca voltaria a trás. Pois ela tinha um lema: “Errar é humano, mas permanecer no erro é burrice”. Ela havia perdoado ele 4 vezes. Ela havia permanecido no erro 4 vezes. E agora estava esgotada. E para seu desespero interior, havia outro. Ele sabia. Ele notou o brilho nos olhos dela. Notou também que mesmo ela gostando desse outro, ela não se entregaria por medo, e no seu desespero, ele contava com essa vantagem. Quando a porta se fechou, ele ainda a fitou, esperando que ela a abrisse e o abraçasse, mas ela não o fez. Apenas a fechou e foi se deitar na cama, tentar descansar a mente.  

Ballet da Vida

Ela estava mais na dela, o silêncio era impenetrável, não distribuía mais sorrisos. vivia sua vida calmamente, entre lápis e pinceis. Voltava a pintar e desenhar, voltava a compôr. Assim fugia da sua realidade. Hoje fazia mais um ano, mas sua desenvoltura, e suas noções de socialização, havia se perdido durante sua trajetória. Sentia-se envergonhada a cada parabéns que recebia. Não gostava de ser o centro das atenções. Pensava no abismo que seus olhos escondia, mais uma vez se trancará no banheiro e chorava escondida, Estava ainda em choque com tudo que lhe ocorrerá, perdia, amigos e amores, nesse último mês. Pintou seus olhos como escudo contra os curiosos, esboçou um sorriso pros invejosos, e assim dançava o Ballet da sua mentira. Seus Pliers e Relevers era notórios, nesse Ballet da vida. Era tanta subida e descida, que resolveu parar no meio da ladeira. Ela se sentia perdida. Tão perdida como Alice, e tão louco quanto o Chapeleiro maluco. Desdenhou os abraços. Se esquivava deles, eles eram a porta pra afeto. E do afeto, brotava sentimentos. Há dias havia sofrido um bloqueio emocional, mas com a ajuda de um amigo e suas músicas, havia superado. Escrever a fazia viva, ela se sentia plena enquanto o fazia. E assim ela seguia de mão atadas, sambando só pela vida.

Mente perturbada

Fechava os olhos achando, que enxergar o mundo era apenas, mas uma perca de tempo. Ligava o foda-se com frequência, Engolia o choro, e sorria. Vestia-se sem ligar para roupa, enfiava-se em romances vagabundos, onde a mocinha sempre terminava com mocinho, esquecia-se da realidade com frequência e se trancafiava-se no seu mundo. Seu corpo reclamava a dores de uma rotina pesada, sem clamor. Mas ainda assim, ela insistia em se arrastar. Em fechar os olhos e viver suas fantasias diárias. Ria de suas piadas internas, mentalmente, até que parrou, lembrou dele, tentou lembrar o som da sua voz, o contorno do seu rosto, e se deu conta que havia esquecido de tudo. Retornou ao celular, tentando reler conversas, lembrou-se que havia apagado. E ela conseguiu o que queria, apagou o mal que lhe fazia, mas ainda sim, sentia saudades de um alguém que nunca conhecerá, de um alguém que estava muito longe, de um alguém que nem lembrava do nome. Talvez ele tivesse mentido o nome, assim como mentiu no carácter, talvez fosse isso, uma mera ilusão ou alusão. Ela agora largava o celular, e sentia um buraco, outras mensagens chegavam, outros meninos a cortejavam, e ela apenas ignorava. Estava certa que precisava de mudanças drásticas. Cortava seus cabelos, assim como alguém conta seus pecados. Tomava banho demoramos, pensava na vida, e assim se arrastava para cama, de volta ao seu coma, onde finalmente, descansava, sua mente perturbada.

Rumo

Era estranho o rumo que seus sentimentos haviam tomado, passou a não sentir nada, e desistiu de não tentar magoar as pessoas! Ela fingia bem. Era a segunda noite seguida que dormiu duas horas no máximo. Passava o dia no automático, e de noite, um turbilhão de pensamentos surgiam. Ela olhava para o lado da cama, estava sozinha como sempre. Se virava e tentava dormir. Bolar na cama virou rotina, a três meses, e iria vir o quarto mês agora. Ela se dopava com cafeína e se anestesiava com doces. E assim seguia sua vida. Para se distrair, um dorama, um livro, um jogo. Quem ela havia dado tanta bola e sumido do nada, agora passava a retornar das cinzas, mas ela, ela não sentia nada. Estava tão anestesiada que tinha certo medo. Passava as tardes ouvindo músicas, e atendendo aos clientes no trabalho. Ocupava-se ainda com seu filho. Vomitava verdades no seu blog, dividia seus medos com amigos mais chegados. Tratava a todos com simpatia, menos quem a havia sacaneado. Esses ela mantinha distância. E assim seguia.

Sinfonia de Dores

O mundo a estilhaçava com frequência, era tamanha desenvoltura dela, em ser cruel com mundo e dizer não, que isso só a fazia ficar na pior. Sentia-se mal por não corresponder a tais sentimentos alheios, o que seria bem mais prático e indolor, mas o seu coração amava uma bagunça. Amava um drama. Ele a envolvia sem ela perceber, e quando percebia, já era tarde demais. Ela fitava seus pés, na esperança de não encontrar outros pares de olhos em meio a multidão. Ela olhava o horizonte, em busca do mar que lhe prendesse a atenção. Desviava de perguntas inconvenientes e de cantadas descaradas. Esboçava um sorriso falso e fingia que não ouvia nada, apenas seguia sem direção. O nó que deram nela, haviam feito com força e sem volta. Estava difícil demais para desatar. Ao ver que outras pessoas estavam no mesmo barco que ela. sentia-se como se devesse abraçar aquela dor, vontade de proteger seus semelhantes, a impotência a tomava e a frustava. Nem a própria dor ela conseguia curar, quem dirá as dos outros? Eis que passou a sorrir, e fazer piadas. Arrancar o sorrisos dos outros era o melhor que podia fazer. E a única coisa a seu alcance. Então ela estufou o peito e se auto aconselhou: “Eu beberia todas suas lágrimas e me doparia da sua dor. Apenas para não faze-lo sentir. Uma alma acostumada com a dor, não sentiria nada demais. Mas para almas pura como a sua, o primeiro rasgo também é o último. Engano seu minha cara. Você é frágil, mas lembre-se, esse rasgo só vai te deixar mais forte para sinfonia de dores que a vida tem a nos oferecer.” E eis que se olhou no espelho, e levantou-se em direção a suas lutas diárias. Abraçando seus demônios internos!  

Ela e Ele



Ela o tratava como único.
Ele a tratava como mais uma.
Ela guardava os corações só pra ele.
Ele distribuía os corações a todas.
Ela errou com ele
Ele fingiu aceitar as desculpas dela, continuou dando gelo.
Ela pedia desculpas a ele com frequência,
Ele se vingava dela silenciosamente,
Ela sentia ciúmes de tais comportamentos dele
Ele fingia não se importar com as coisas que ela dizia.
Ela passava o dia tentando conversar com ele
Ele passava o dia dando gelo e desculpas
Ela ficava na dela a noite
Ele a procurava pra despejar sentimentos
Ela ficou confusa sobre o que ele sentia
Ele sabia que ela gostava dele, mesmo assim continuava.
Ela se declarou oficialmente a ele
Ele respondeu com coraçãozinho
Ela se encheu de esperança
Ele foi lá e fez a mesma coisa com outra
Ela parou e observou
Ele já add amiga dela e começou a comentar a postagem dela
Ela se deu conta que era apenas mais uma
Ele achou estranho o silêncio dela
Ela terminou o que nem começou
Ele perguntou o que estava acontecendo
Ela fugiu do ciclo de amigos
Ele continuou querendo saber o que aconteceu
Ela parou no tempo
Ele se calou
Ela se distanciou
Ele veio atrás e pediu desculpas, segundo ele pelo que nem sabia
Ela fitou a mensagem e o sarcasmo esculpiu sua frase
Ele silenciou
Ela decidiu pegar o gelo e fazer nevar
Ele não surgiu mais
Ela achou melhor assim.
E assim eles seguem cada um pró seu lado.