Costurando a alma


Eu olho e finjo estar tudo bem. 
Mas quando eu me tranco no meu mundo. 
Eu tento ocupar minha mente, 
E não divagar através de seus olhos,
O labirinto mais profundo que eu caí.
Promessas vazias de dias melhores, não foram alcançados. 
E eu estou aqui, em meio a devaneios. 
Um café para acalmar. 
Um cigarro para tragar.
Mas ainda está vazio, sem você!

Mais um livro por favor,
Mais uma história a embalar minha mente,
Mais um artificio displicente,
Um mundo inexistente,
Ao qual me prendo desesperadamente. 

Submersa no ultimo gole de lágrimas,
Onde a alma ferida, se remenda pouco a pouco,
Costurando no lugar uma cicatriz profunda,
Remendando buracos profundos
E assim, seguindo em frente,
Sem olhar pra trás.
 
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